segunda-feira, 30 de julho de 2012

Os Chocolates dos Irmãos Mast

Hi, I like to introduce you to the brothers Mast...


...and their chocolates!


Os irmãos Rick e Michael Mast produzem seu próprio chocolate no Brooklyn, em Nova York. A produção começou em 2007, com experiências feitas no próprio apartamento e hoje contam com uma pequena fabrica que produz cerca de 1000 barras por dia, sendo que o processo para deixá-las prontas pode durar até 37 dias.

Os chocolates são produzidos apenas com cacau e açúcar mascavo, não tendo nenhuma adição de gorduras, acidulantes ou mesmo conservantes. O processo de produção é bastante curioso, já que eles produzem chocolate quase que literalmente "à moda antiga" e matéria prima sustentável. A matéria prima vem de produções familiares de Madagascar, Venezuela, República Dominicana e Equador, além disso os Mast compram apenas grãos de cacau transportados em barcos à vela e a moagem e fermentação começa já nos porões dos navios.

As barras, quado prontas, são embaladas em folhas douradas, remetendo à história dos grãos de cacau, que eram considerados alimentos dos deuses pelos Astecas e em papéis decorativos, como uma coleção de livros raros. O papel da embalagem também é feito artesanalmente, sempre em edições limitadas e com menções à origem dos grãos na estampa.

Os produtos podem ser comprados pela loja virtual no site, mas por enquanto só são comercializados no EUA. E não são nada baratos por sinal, cinco barrinhas, sem peso declarado, custam cerca de 40 dólares.



quarta-feira, 25 de julho de 2012

Caldo de Legumes: Guia de Preparo

Resolvi começar essa postagem com essa foto linda que, infelizmente, não é minha...



Não é minha, mas é de uma blogueira que já conheço virtualmente e leio já faz algum tempo, seu nome é Ana Elisa G. Granziera e ela é a autora do blog La Cucinetta, que eu recomendo para todos lerem. Pedi autorização da Ana para reproduzir o texto dela porque, além dele ser simples, objetivo e esclarecedor, ainda é gostoso de ler.

Quem nunca quis fazer aquele risotinho no fim de semana e se deparou entre o dilema de fazer um estafante caldo de lemes, peixe, carne e afins ou usar apenas água. Acredito que no momento da escolha ficamos sempre com a segunda opção e o principal motivo pode ser o desperdício que se tem para fazer um bom caldo, é muita coisa jogada fora para ao final se obter uma simples "água de batata", como minha mãe e a grande maioria das pessoas pensa e fala!

Mas convenhamos, o sabor de uma sopa ou risoto feito com um bom caldo é outro e quanto a isso não vou discutir. Essa postagem vem com a vontade de acabar com o problema dos desperdício, já que utiliza aparas que, provavelmente, seriam jogadas fora.

Na próxima semana vou postar mais uma opção para se fazer caldos de modo simples e econômico também, mas dessa vez para quem não tem em sua casa aparas e outros afins que são necessários para o preparo de caldos por esse processo sugerido pela Ana.

Por hora acompanhem o texto...
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Postagem original aqui.

De novo??? De novo. Porque quando tentei começar a fazer caldo de legumes em casa, achei uma chatice e um desperdício. Como assim, vou colocar na panela esse monte de comida boa, ferver por horas, jogar tudo fora e terminar com, sei lá, dois litros de caldo, que não dá para nada?

Desisti.

Então, descobri que não precisava usar apenas legumes inteiros e novos, mas aparas. Bem melhor, mas incorri em muitos erros que tornavam os caldos turvos, sem sabor ou amargos.

Desisti.

Finalmente, hoje, posso dizer que peguei a manha, que consegui inserir na minha rotina o hábito de fazer caldos, e desde o começo do ano não compro caldo de legumes em pó ou cubinhos ou o que for. E ainda que esse post seja um belo apanhado de todos os outros posts que já escrevi a respeito, acho que o tema merece um bom resumo e um post definitivo.

Costumo ir à feira duas vezes por mês, e faço caldo uma vez. Assim que volto da feira e lavo meus legumes e verduras, separo o maior tupperware da minha cozinha e começo a colocar lá dentro tudo o que é material para caldo: tudo o que normalmente iria para o lixo, e agora ficará acondicionado na geladeira, esperando. O enorme maço de salsinha é o primeiro: lavo, seco, e corto ao meio, já separando as folhagens, que vão para um potinho para que eu use as folhas durante a semana, das hastes fibrosas, que vão para o tupperware de caldo. Só tenho o cuidado de tirar qualquer folhinha, pois são elas que estragam rápido; as hastes duram o mês inteiro no tupperware sem estragarem, e podem esperar o dia de fazer caldo. Faço o mesmo com os alhos-poró, separando a parte verde escura para o caldo, e deixando apenas a parte branca na gaveta, inteira.

Ao longo da semana, se descasco batatas, abóboras, abobrinhas, jogo as cascas no tupperware. Talos de cogumelos? Opa! Eles dão um gosto maravilhoso ao caldo! Se eu fiz algum feijão, grão-de-bico, lentilha, qualquer desses grãos que se serve sem o caldo, escorro e guardo o caldo no freezer, para juntar o caldo congelado à panela depois. Se uso ervas como alecrim ou tomilho, de galhos lenhosos, uso as folhas e guardo os galhos no tupperware, pois eles também liberam sabor. O mesmo para os talos verdes de manjericão.

Quando o tupperware enche, jogo tudo na maior panela que tenho e acrescento uns dois dentes de alho inteiros, quaisquer outras ervas secas que eu tenha, pimenta, sal, e, se houver, uma cenoura pequena picada e um ou dois tomates desidratados. Encho de água e deixo ferver por apenas meia hora. Retiro os legumes com uma escumadeira e encho meus potinhos de 500ml com o caldo, que vai direto para o freezer.

É tão rápido e fácil que é quase uma vergonha comprar caldo pronto. E fica uma delícia. E eu não me sinto culpada por jogar fora aparas que normalmente iriam para o lixo logo no dia da feira, mas que agora têm um destino mais nobre.

O truque do tupperware de caldo foi o que me ajudou, pois nem sempre eu conseguia juntar num dia só todos os ingredientes que eu queria no caldo. Desde que você não coloque nenhuma folha fresca ou legume úmido (os miolos) no pote, todas as cascas, talos e afins (mesmo os de cogumelo) vão ficar ali esperando por um mês sem problemas, o que lhe dá tempo suficiente para juntar muitas aparas e fazer uma quantidade grande de um caldo muito rico e variado apenas uma vez por mês, juntando qualquer coisa mais fresca e perecível apenas na hora de botar tudo na panela. Costumo fazer de 3l a 3,5l de caldo, o que no inverno foi rapidinho por conta das sopas e ensopados. No verão, convém produzir menos. Neste mês fiz apenas 2l.

Ao invés dos cubos de gelo, guardo em potes de 500ml, pois é sempre essa a quantidade mínima de caldo para uma sopa, risotto ou ensopado para duas pessoas. Acho mais fácil de medir (e estocar) do que cubos.

O que de fato mudou minha rotina dos caldos foi um guia de Deborah Madison, em seus livros The Greens Cookbook e Vegetarian Cooking For Everyone. Fica aqui um apanhado para que vocês também comecem a guardar um "pote de restos" na geladeira e produzir bons caldos caseiros...

GUIA PARA CALDO DE LEGUMES
  • Proporção: 7 xic. de legumes e verduras para 8 xic. de água e 1colh. (chá) de sal, para obter cerca de 4-6 xíc. de caldo, dependendo de quanto tempo ele passou reduzindo. Sem pensar muito, costumo apenas cobrir os legumes com 2-3 dedos a mais de água do que o suficiente para cobri-los.
  • Lave bem os ingredientes antes de usar e corte-os em pedaços de 2-3cm, para aumentar a superfície de exposição e garantir que todo o sabor e nutrientes de fato passem para a água.
  • Se não tiver certeza sobre um ingrediente, ferva um pedaço em um pouco de água e experimente essa água antes de colocar o ingrediente no caldo.
  • Não use nenhum ingrediente que não esteja limpo ou fresco. Verduras muito murchas e machucadas não terão um gosto bom.
  • Coloque os ingredientes em água fria. Leve à fervura e cozinhe por 30-45 minutos (depois disso, os legumes não têm mais nada para liberar). Se quiser um caldo mais concentrado, retire os legumes e então reduza, em fervura branda, sem tampa.
  • Aparas e "restos" que você pode colocar no caldo: raízes e partes verdes de alho-poró, talos verdes de ervas, galhos lenhosos de ervas como alecrim ou tomilho, cascas de batata (não as que parecerem velhas, e lave-as antes, para que o amido da batata não torne o caldo turvo), cascas de abóbora, abobrinha e berinjela, sementes e fiapos de abóbora, talos de cogumelos frescos ou migalhas de cogumelos secos (aqueles pedaços quebrados), folhas maiores e mais ásperas de salsão, talos de couve, pontas e aparas de vagens, caldo de feijões, miolo da espiga de milho (o que sobra quando você tira os grãos cozidos), folhas externas muito grandes ou espessas para saladas de alface, escarola, acelga, sementes de tomate (quando você as tira aqueles molhos que pedem os tomates sem sementes)... Se você fizer aquela salada de abobrinha e aspargos, pode usar o miolo esponjoso da abobrinha!
  • Legumes para serem usados inteiros: alho (1-2 dentes) e cebola (1/2 xic) sem cascas, pois elas têm um sabor desagradável; cenouras (1 basta), de preferência sem casca, tomates frescos ou secos (gosto mais do sabor concentrado dos tomates secos - 1 ou 2 é suficiente para 3l de caldo). Qualquer um dos citados acima, também, mas como o objetivo é fazer um caldo muito barato, o melhor é usar aparas e deixar os legumes inteiros para de fato comer! :)
  • Ingredientes saborosos mas que deixam um sabor muito forte; melhores se usados em caldos de receitas em que o ingrediente reaparece: cascas e folhas de beterrabas deixam o caldo vermelho; erva-doce/funcho (parte externa, raiz e folhas), aparas de aspargos, ervilhas, cascas de nabo, repolhos, folhas de brócolis e couve-flor são todos sabores muito dominantes que encobrirão o resto do caldo.
  • Ingredientes que NÃO devem ser usados: couve-flor, couve-de-bruxelas, alcachofras, espinafre (fica ruim se cozido por muito tempo), casca de alho e cebola, folhas de cenoura. Todos esses dão um gosto estranho ou ruim ao caldo.
  • Ingredientes para caldos específicos: miso (vermelho, pois o branco é muito doce), diluído em água quente e adicionado ao caldo dá um gosto de "carne", shoyu (reduza a quantidade de sal), gengibre, canela, cominho, cardamomo, coentro em grão...

domingo, 22 de julho de 2012

Pudim de Água de Rosas

Rosa é sempre rosa, uma cor alegre e divertida... resumindo: é rosa!


Esse pudim tem gosto de... uhnn... rosas... e ponto! Se eu fosse Nigela diria que "tem sabor de uma manhã ensolarada de primavera", mas mesmo adorando ela, ainda não cheguei nesse patamar de criatividade gustativa rsrsrs.

Em uma visita recente a São Paulo tive a oportunidade de visitar novamente o Mercado Municipal, lá aproveitei para comprar algumas coisas que aqui em terras vermelhas não são nada baratas (não que lá fossem, mas eram mais que aqui), dentre essas coisas posso mencionar açafrão, favas de baunilha, flor de sal, pimentas e... água de rosas!

Mas o que fazer com água de rosas? foi essa a questão inicial e depois de algumas pesquisas minha cabecinha já estava lotada de boas idéias, então eis que...

... resolvi fazer um faxina em casa e acabei encontrando alguns livros que poderiam ser bem mais úteis nas mãos de outras pessoas, então resolvi trocar um deles (sobre ilustração de moda) com uma senhorita muito encantadora que tive o prazer de conhecer no final do ano passado e com isso acabei levando 11 novos livros para enriquecer meu pequeno acervo. Essa  tal senhorita já me ajudou em outra ocasião com a ganache para um bolo que teimava em me dar trabalho - muito obrigado pelos livros e pela mão com a ganache Bianca!

Em um desses livros tinha essa bendita receita, achei ela fácil e divertida para experimentar trabalhar com água de rosas, já que nunca tinha feito isso antes. O processo desse pudim é bem simples, basta tomar cuidado e atenção e tudo vai funcionar, quando a receita pede para manter aquecida a mistura de pudim que não foi para a geladeira, fique tranquilo, não é necessário ficar esquentando de minuto em minutos, não não leve a geladeira sob qualquer hipótese e mantenha ele em temperatura ambiente, prometo que vai ficar tudo bem.


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Pudim de Água de Rosas 
Receita de "O livro de Comida Indiana - Linda Fraser"

Ingredientes:
3 colheres (chá) de gelatina em pó
625 ml ( 2 1/2 xíc.) de leite
3 colheres (sopa) de açúcar refinado
2 colheres (chá) de água de rosas
Rosas ou pétalas de rosas para decorar

Salpique a gelatina em um recipiente pequeno,  hidrate com 3 colheres (chá) de água e deixe amolecer por 2-3 minutos. Coloque o leite em uma panela e aqueça até quase ferver, então junte a gelatina e mexa até dissolver completamente. Junte o açúcar e a água de rosas.

Divida essa mistura em duas partes, em uma delas adicione corante alimentício rosa (usei apenas 3 gotas de rosa pink), distribua em ramequins e leve ao freezer até gelar (cerca de 30 minutos). Reserve a outra parte da mistura até que que a primeira esteja firme e então complete o recipiente com ela. Leve novamente ao freezer para terminar de gelar.

Quando for desenformar mergulhe os ramequins em água quente e vire sobre um prato úmido (isso facilita que você mova-os caso não fiquem na posição desejada!). Decore com rosas ou pétalas e sirva.

Rendeu 4 porções

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Laricatessen: Idiot Cake

Lembro do sabor e textura desse bolo até hoje... quase dois anos depois...


Lembro-me de que quando vi a receita fiquei doido pra fazer, mas como de costume enrolei um monte pouquinho para tentar esse bolo, mas valei muito ter feito, Na realidade estou é precisando fazer ele novamente.

Esse foi o bolo mais fácil que fiz - até o momento - e um dos mais gostosos também! Seu nome, "Idiot Cake", não é à toa  e a Paula (The Cookie Shop) explica direitinho porque esse bolo tão delicioso leva esse nome nada gentil:

"O chef de patisserie David Lebovitz [...] trabalha fazendo consultoria para restaurantes. Em um desses restaurantes (estreladíssimo, por sinal) o cenário era o seguinte: a parte de refeições salgadas era maravilhosa, incrível, genial, mas os caras simplesmente não ligavam a mínima para as sobremesas. Por mais que o consultor explicasse, ensinasse, apontasse os problemas, os responsáveis pela cozinha pareciam entender menos e menos (ele menciona até que o chocolate ficava bem do ladinho de baldes com alho amassado!). E David, que era apenas um consultor contratado, tinha que ser educado, né? Não podia chamar ninguém de burro, nem dar ordens muito diretas. Então ele criou esse bolo que, segundo ele, é tão fácil, mas tão fácil de fazer, que nem mesmo aqueles bobões conseguiriam estragar essa receita. Daí o nome Chocolate Idiot Cake, ou numa tradução livre, Bolo de Chocolate para Idiotas". [texto dela]


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Idiot Cake
Receita original aqui.

Ingredientes:
290g de chocolate meio amargo ou amargo, picado grosseiramente.
200g manteiga, cortada em pedaços.
5 ovos grandes, em temperatura ambiente.
1 xícara (200 g) de açúcar (eu usei cristal porque não tinha refinado)

Pré-aqueça o forno a 180º, com uma assadeira grande dentro.

Unte uma forma desmontável de 20cm com manteiga e polvilhe com cacau ou chocolate em pó. Caso você suspeite que a sua forma possa deixar entrar água pelo encaixe, forre o lado de fora com papel alumínio para impedir que entre água (não fiz isso e tenho quase certeza de que entrou água, mas o resultado final foi bom, o problema é que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, é o que dizem , não é mesmo?!).

Em banho-maria (você pode usar o microondas se preferir), derreta o chocolate com a manteiga até ficar homogêneo, então reserve.

Em outra tigela grande, bata ligeiramente os ovos com o açúcar. Junte a mistura reservada de chocolate e misture bem. Não há necessidade de bater!

Despeje a massa em uma forma desmontável (usei uma de 25 cm, mas acho que seria interessante usar uma de 20cm, para que o bolo fique mais grosso), tampe com uma folha de alumínio e coloque dentro da assadeira que está aquecida dentro do forno. Coloque água quente na assadeira até chegar à metade da forma do bolo. Asse por 1h15min (o meu ficou pronto em 1h25min). Está pronto quando você encostar o dedo e a massa não grudar.

Deixe esfriar bem para desenformar. Se resistir a tentação sirva em temperatura ambiente, mas como eu não aguentei tive de experimentar ainda morno, não foi tão interessante, mas a textura dele estava incrível. Sirva acompanhado de chantilly, frutas ou qualquer coisa que você tenha vontade e ache que combina. Eu usei chantilly, olha a receita ai: 

300g de Creme de leite (um que seja recomendado pra fazer chantilly). 
3 e 1/2 (37,5 ml) colheres de açúcar de confeiteiro (pode usar refinado). 
1/2 colher (2,5 ml) de chá de essência e baunilha. 

Bata o creme de leite até ele engrossar e ficar cremoso. Acrescente a baunilha e o açúcar. bata até ficar firme. Atenção! cuidado para não bater demais, o chantilly pode começar a liberar água! ...

Está ai,  agora é só tentar também e ser feliz =).

Livro: 30 Minutos e Pronto - Jamie Oliver

Quem tem tempo sobrando nos últimos tempos? Bom eu detesto ser dramático (mesmo sendo algumas vezes), mas para a grande maioria das pessoas tempo livre é um luxo tão desejado que quando temos não sabemos direito o que fazer com ele.

E é nesse ponto que entra o nosso querido loirinho britânico simpático e cheio de tantas outras qualidades que eu poderia citar. Jamie chega com seu novo livro prometendo boa comida em pouco tempo. Recebi o livro ontem (presente de aniversário adiantado) e já estou entusiasmado para fazer alguns dos cardápios.

O livro como de costume é derivado da série de TV com o mesmo nome, que aqui no Brasil está sendo apresentada pela GNT, mas se você não tem acesso ao canal não tem problema, no site oficial do chef inglês é possível acessar os vídeos das receitas preparadas por ele. No livro há um ícone que identifica as receitas que tem vídeo disponível no site -  www.jamieoliver.com/30MM.

Ele é ao mesmo tempo igual e diferente dos anteriores publicados pelo chef: o layout é o mesmo, mas dessa vez vem sem os textos de introdução que normalmente acompanham as receitas. Com muitas fotos e explicações detalhadas o livro é delicioso de se ler e ver.

Jamie sempre ficou conhecido por sua gastronomia arrojada e posteriormente por sua preocupação com a alimentação saudável. Esse livro foca a alimentação rápida, saborosa e de boa qualidade. Com seus olhos azuis, dicas e truques simples (mas incríveis) ele te convida a ir para a cozinha e, que fique claro, é quase irresistível não aceitar.

Esqueça ele se sua vontade é encontrar banquetes sofisticados, essa nunca foi a cozinha e a preocupação de Jamie Oliver, tampouco a desse livro , no entanto se você busca sabor e dispõe de pouco tempo para atingir isso, eu recomendo.


Esse é o vídeo sobre o programa, com um making off bem bacana!



30 Minutos e Pronto
Autor: Jamie Oliver 
Fotografia: David Loftus 
Tradução: Evelyn Kay Massaro
Editora: Globo 
Número de páginas: 288 
Preço médio: R$ 69,90

Obs.: O vídeo tem função de Closed caption.

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